Filosofias do Dr. Greg House

16 de dezembro de 2008

House - voo3800.com.br

“Se você pode fingir SINCERIDADE, você pode fingir praticamente tudo”.

Episódio 22, 1a temporada.

As Melhores Séries Impopulares - Carnivàle

13 de dezembro de 2008

A melhor veio por último.
Carnivàle teve 24 episodios, divididos em duas temporadas com 12 episódios em cada.

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A história se passa durante a crise de 29 que aconteceu nos EUA e conta a história de um garoto, Ben Hawkins, que tem o dom da cura. Ele consegue curar pessoas, ou melhor, mover a vida de um lugar a outro. Portanto, para curar, ele precisa matar ou ferir algo. Ele é adotado por um circo com as figuras mais estranhas que um circo pode ter e junto com eles, Ben tenta descobir as verdades e razões para a utilidade do seu dom.

 

Ben Hawkins e Irmão Justin

Ben Hawkins e Irmão Justin

Como um herói não é nada sem um bom vilão, Ben Hawkins tem que enfrentar um padre que é, realmente, um cara mau. E muito poderoso. O Irmão Justin cria uma Igreja e, assim como Hawkins, tenta encontrar em sua jornada a razão e as verdades para seu poder. O cara é tão mau que come as empregadas, encobre assassinatos de criancinhas e manda, com o poder da mente, um cara que tava fazendo muito barulho esfolar sua cabeça na parede até morrer. 

A série se destaca pela incrível capacidade de não contratar nenhum rosto bonito. Só gente estranha e totalmente fora do esteriótipo de qualquer série americana. A fotografia, cenário, trilha sonora, maquiagem e figurino são de dar inveja. Eles experimentaram mesmo, sem medo. E conseguiram um resultado surpreendente. Tanto que foram nomeados 14 vezes ao Emmy e ganharam 5, todos em catgorias técnicas.

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A série é assinada pela HBO e foi ao ar em 2003 e 2005. A HBO fez um hot site da série muito bom! Eles colocaram muita informação legal como alguns making offs de cenas interessantes com efeitos visuais, desde a concepção ao resultado final.

E a abertura é um show a parte. Acho que uma das melhores que já vi, o que acham?

A série deveria ter 6 temporadas, mas acabou na segunda devido a queda da audiência (era um seriado muito cult para a HBO). No entanto, em um simples fim de semana a HBO recebeu cerca de 50 mil cartas de fãs reclamando pelo cancelamento da série, que deixou muitas perguntas sem respostas (algo como se Lost tivesse sido cancelado na segunda temporada).

Para quem tem interesse em assistir ela pode ser baixada neste site. 

E chega de posts sobre séries televisivas  por um tempo (apesar de continuar com as filosofias do House). O Fred disse que em 2009 eu devo postar com mais frequência… veremos (o conceito de slow blogging já existe, estou criando o very very much slow blogging).

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Filosofias do Dr. Greg House

12 de dezembro de 2008


Quem ainda não assistiu está perdendo muito. House é uma série com um texto muito bom, envolvente e cheio de possibilidades de citações. A partir de hoje vou publicar algumas das falas mais interessantes que já assisti nos episódios de House. Espero que gostem.

“Se você fala com Deus, você é religioso. Se Deus fala com você, você é psicótico”.

Episódio 19, 2a temporada.

A educação dos filhos é uma coisa difícil. Você não escolhe o que quer pra você, mas sim o que ACHA que é melhor pra eles.

3 de dezembro de 2008

Quero minhas filhas felizes

Que tenham uma infância alegre, lúdica

Que possam brincar, correr, criar, inventar, aproveitar, pintar, dançar

Que valorizem outras pessoas, que aprendam a respeitar o outro, a natureza

Que cresçam sem bloqueios mentais ou dependências materiais

Que aprendam como se deve aprender, pesquisar, perguntar

Que não se conformem com apenas uma resposta certa, que saibam procurar as outras

Que consigam solucionar problemas com, ou sem, a ajuda de outros

Que saibam liderar e cooperar, planejar e executar, elogiar e receber críticas

Para que quando estiverem grandes possam ensinar outros a escolher o próprio caminho

E serem felizes.


1 - O texto do Zeca Baleiro para revista Isto É nos faz pensar. Todos deveriam ler.

2 - Vou matricular minhas filhas em uma escola com pedagogia Waldorf. Lá, elas são alfabetizadas dos 6 aos 9 anos, de acordo com o ritmo de cada uma, sem forçar a NECESSIDADE de aprender rápido. Pra que minha filha precisa começar a ler com 6 anos? Só pra ler o blog do pai? :)

Desenhos Animados e As Melhores Séries Impopulares - O Crítico

1 de dezembro de 2008

Uma coisa que eu gosto muito é de filmes em animação. Existem diversas obras dramáticas com qualidade absurda no mercado, que, de alguma forma, não fazem tanto sucesso. Antes de falar sobre a série impopular de hoje vou deixar duas dicas de filmes de animação que todos deveriam assistir.

Por coincidência as duas indicações são francesas. A primeira se chama As Bicicletas de Belleville. Conta a história de Champion, um garoto órfão, criado pela avó. Champion descobre uma paixão louca por bicicletas e começa, com a ajuda da avó, a treinar desenfreadamente. Depois de tanto treino Champion consegue participar do Tour de France. Lá, ele é raptado pela máfia francesa e a avó dele sai em busca do resgate do neto. No caminho ela se encontra com as Irmãs Belleville, simpáticas artistas do show business francês dos anos 30. Juntas elas tentam de tudo para trazer Champion de volta.

O desenho é fantástico, tanto que existem pouquíssimas falas. A trilha sonora e a dinâmica da animação deixam o ritmo do filme bem cadenciado e, unidos a qualidade dos traços e da colorização, completam uma grande obra. Vale a pena sentar e assistir. Apesar de ser um drama, existem doses de humor bem pensadas e é uma boa alternativa para apreciar com a família toda. Veja o trailer.


A outra indicação de desenho é tão boa que vou descrevê-lo com palavras chaves: desenho animado, francês, preto e branco, intolerância, Iran, Islamismo, religião, censura, rebeldia, sofrimento, mortes, sexo, sem-teto, arte, amizade, burqa, liberdade, raiva, protesto, relacionamento, família, tirania, opressão, mercado negro, festas secretas, tortura, Iron Maiden, Michael Jackson, idealismo, revolução, drogas, adaptação de quadrinhos. Persépolis é um filme auto-biográfico de Marjane Satrapi. Veja o poster e o trailer.

Uma dica para conhecer mais filmes bons de animação é ver quem perde para os da Pixar no Oscar. Na seleção final sempre tem coisa boa, mas quem leva sempre é a Pixar. Belleville perdeu para Nemo e Persepolis para Ratatouille. Outros indicados em outras edições que recomendo: O Castelo Andante e A Viagem de Chihiro (que dessa vez ganhou, afinal, não tinha Pixar na parada).


Bom, voltando ao tema original do post. A série impopular de hoje é mais uma animação. Teve 23 episódios na televisão e o nome do seriado é O Crítico.

O desenho foi criado por dois ex-roteiristas dos Simpsons e mostra o dia-a-dia do crítico de cinema Jay Sherman. Sherman é um profissional frustrado que acha que todo filme de Hollywood é horrível. Ele gosta dos filmes estrangeiros. Já ganhou dois prêmios Pulitzer (um deles ele escolheu ganhar pra conseguir o emprego de volta - tipo: "Vou ganhar outro pulitzer e conseguir meu emprego de volta!").

Ele apresenta um programa na TV a cabo chamado Comming Atractions, onde fala sobre os próximos filmes a serem lançados. O desenho sempre faz muitas paródias sobre os filmes de sucesso da atualidade e grandes filmes de todos os tempos. As paródias são ótimas, inteligentes e engraçadas.

Ele teve dois anos de duração e foi um dos pocuos seriados a trocar de emissora entre as temporada. Começou na ABC e terminou na Fox. Existe até um episódio em que Jay perde o emprego e o empresário dele arruma um outro programa pra ele apresentar na TV a cabo (Aulas de trânsito para estrangeiros). Durante a entrevista ele diz para o empresário: "Qualquer coisa menos a Fox".

O Crítico também teve, também, 10 websódios escritos para internet. Além disso, Jay Sherman aparece em um dos episódios dos Simpsons que gerou controvérsia entre os criadores de Homer, Bart e cia pela estranha estratégia em divulgar um desenho concorrente dentro do programa deles.

Humor sofisticado, inteligente, longe do espírito pastelão de outros desenhos. Esse é o seu ponto forte, e, ironicamente, pode ter contribuído com seu cancelamento.

O Trânsito

18 de novembro de 2008

Na revista Época dessa semana a colunista Ruth de Aquino teve um artigo muito bom publicado. O título é Na Selva de Nossas Cidades e fala sobre as desordens urbanas que acontecem nas cidades brasileiras. Segue um trecho:

Qual a desordem urbana que mais incomoda em sua cidade? Carros estacionados na calçada? Camelôs nas ruas? Buracos no asfalto? Desrespeito às leis de trânsito? Invasões e construções irregulares? O Rio está submergindo entre morros dominados por bandidos. A ocupação desordenada desfigurou a cidade. Famílias pobres, sem saneamento, moram com ratos. Há ainda a sujeira nas ruas e nas praias, a poluição malcheirosa da Baía, o ruído de festas patrocinadas pela Prefeitura, o vandalismo, prédios grafitados, muros transformados em mictórios. São Paulo convive com os assaltos, os seqüestros, o trânsito inviável e a poluição, uma das maiores do mundo. Leia na íntegra.

Fiquei pensando nessa pergunta: Qual a desordem urbana que mais incomoda em sua cidade?

Pensei em algumas mas mantive o foco na que eu enfrento todos os dias, o trânsito.

Sou uma pessoa muito calma no meu dia a dia e o trânsito é uma das poucas coisas que me deixam estressado. O pior é que você não pode fazer muita coisa a respeito, não depende só de você. No trânsito de Cuiabá é cada um por si e isso me irrita.

A questão é mais grave porque o que me estressa não é engarrafamento, provavelmente a primeira coisa que vem a mente quando alguém reclama do trânsito. No caso de Cuiabá os problemas são outros. Falta de educação, falta de conhecimento das leis e falta de inteligência são três problemas de motoristas que atrapalham minha vida diariamente. Vias mal planejadas, falta de sinalização e ruas mal cuidadas são três problemas de gestão que colaboram com outros problemas.

São pequenos gestos que podem fazer muita diferença a todos. Nao custa nada dar espaço para outro carro que precisa mudar de pista. Você vai perder no máximo 5 segundos do seu tempo. Se você perceber que o semáforo vai fechar, pare antes da faixa, não tente atravessar o cruzamento com a esperança de que a fila andará, isso pode causar muita dor de cabeça.

Na Índia a coisa funciona direitinho…

Por falar nisso, existe um cruzamento que eu passo toda a quinta-feira para ir pra faculdade. Algumas vezes fiquei parado lá porque o trânsito simplesmente trava. É uma rotatória com sinal em três tempos na qual os carros insistem em tentar cruzar o sinal vermelho e não deixar ninguém passar. Resultado, ninguém sai do lugar porque ninguém quer ceder espaço nenhum para outro carro.

Quando viajo para fazendas, pescarias ou vou para a periferia da cidade, ando em estradas sem asfalto e frequentemente cruzo com os moradores das regiões andando a pé ou de bicicleta na beira da estrada. Qual o problema em freiar o carro para não levantar mais poeira para essas pessoas? Eu fico muito puto quando estou atrás de um carro que passa a 80 km/h ao lado de uma mãe andando com o filho no colo na beira da estrada. O pior é que esses motoristas nem vêem essas pessoas, não se importam. Isso é o mais triste.

Bom, tenho um amigo que concorda comigo com relação aos problemas de trânsito na capital matogrossense e resolveu escrever um guia de dicas para um trânsito melhor. Vou escrever aqui com algumas adaptações (em vermelho). Com vocês, as dicas de trânsito de Guilherme Pirajá:

Dicas rápidas para não atrapalhar os outros motoristas que sabem dirigir no caótico trânsito cuiabano:

1. No semáforo, deixe a primeira marcha engatada e quando o sinal abrir arranque.
Não espere que o motorista de trás tenha que te lembrar.

2. Você dirige um carro e não uma jamanta, certo? Portanto, você não precisa usar a pista da esquerda antes para virar para a direita.

3. Quando um outro motorista der pisca avisando que precisa entrar na pista que você está, deixe de ser problemático e deixe o cara passar. Certamente vai acontecer com você um dia.

4. Faixas no asfalto das vias rápidas e ruas com mais de uma pista não são para enfeite, e se você não tem inteligência suficiente para saber onde estão as rodas do seu carro, melhor andar de bicicleta que as rodas são vistas de onde você está sentado.

5. Se você não sabe fazer baliza, tenha humildade para parar num estacionamento e não atrapalhar a vida de quem tá com pressa. Ah! Se você não gosta do seu carro, problema seu. Isso não quer dizer que os outros motoristas acham legal que fiquem dando totó nos seus carros para estacionar.

6. Largue de ser cavalo e aprenda que se o texto da placa do radar diz 60Km/h, é 60 de verdade, e não é 20Km/h disfarçado, oras!

7. A vida anda muito corrida, por isso, se você gosta de passear pelo centrão a 30Km/h, faça isso as 05h00 da manhã.

8. Que tal dar sinal de que vai entrar em alguma rua se você percebe que tem algum motorista esperando sua importante escolha?

9. Se o seu namorado vai te deixar na frente do shopping, deixem as preliminares para um local apropriado. Certamente não vai ser a última vez que você o vê, portanto, dê tchau e suma do carro!

10. Essa é pra você, frustrado sexual que adora botar o rabo numa Harley: Por que você não bota a orelha na saída do escapamento aberto e acelera? Todo mundo sabe que o barulho da sua moto é inversamente proporcional ao seu tato com as mulheres.

11. Nossa, um acidente! Qualé, nunca viu uma lanterna quebrada? Então você não precisa ficar olhando com cara de otário pra qualquer coisinha que acontece no trânsito e andando como se estivesse num cortejo fúnebre.

12. Só pra descontrair: Saiba que todo mundo tira você pra comédia quando te vêem com a cara colada no volante. Assim não precisa nem usar o cinto de segurança. Num acidente a sua cara e o painel vão virar a mesma coisa com ou sem cinto.

E você? Seguirá essas dicas? Se não funcionar eu coloco o texto original, ele é mais… persuasivo.

* Mais dor de cabeça, semana que vem preciso renovar minha CNH no Detran.

As Melhores Séries Impopulares - Studio 60 on the Sunset Strip

16 de novembro de 2008

Depois de um longo período de espera, está de volta os posts sobre As Melhores Séries Impopulares.

Dessa vez irei falar sobre Studio 60 on the Sunset Strip, do Aaron Sorkin.

Existem pessoas que sabem como escrever um bom texto. Textos com conteúdo inteligente, com ritmo, que te prendem e não te deixam parar de ler. Eles criam tramas que envolvem e fazem com que as imagens, os sons e os efeitos especiais fiquem em segundo plano. Alguns autores que eu adoro escrevem filmes desse jeito, é o caso de Woody Allen e Charlie Kaufman (merecem posts separados, dessa vez eu faço). O criador de Studio 60 é um desses caras, Aaron Sorkin.

Studio 60 conta a história dos bastidores de um programa de televisão, no estilo de Saturday Night Live, que tem o mesmo nome do seriado. Sorkin já trabalhou com bastidores em outras duas séries que escreveu: Sports Nights (programa de TV no estilo ESPN Sportcenter) e The West Wing, que conta sobre os bastidores da presidência dos EUA (para quem não se lembra já escrevi sobre esta série, que é a minha favorita, confira aqui).

Assim como em The West Wing, Studio 60 envolve o telespectador com textos rápidos, problemas que, a princípio, parecem quase insolúveis e tramas que mostram as dificuldades em gerir um programa de TV e criam ótimos ganchos para outros episódios. Sinceramente, eu não consigo entender como esse tipo de série não emplaca.

A série teve 23 episódios e um triste fim. Ela foi perdendo espaço e horários na NBC para outros programas que já estavam mais consolidados. No meio de tanta confusão e falta de informação, um período sem ir ao ar, trocas de horários, e fãs sem explicação sobre o futuro da série, a NBC simplesmente retira do ar o site oficial do programa sem dar maiores explicações.

Os protagonistas da série são Bradley Whitford e Matthew Perry. Whitford já trabalhou com Sorkin antes em The West Wing, interpretando um dos personagens mais carismáticos do show: Josh Lyman. Em Studio 60 ele é o produtor executivo do programa chamado Danny Trip. Ele faz dupla profissional com Matt Albie, interpretado por Matthew Perry. Para quem não sabe, Matthew Perry é o Chandler Bing de Friends. Matt Albie faz a produção executiva com Danny e é responsável pela chefia da equipe de redação. Para ajudá-los nos prazos, nada melhor do que um cronômetro regressivo gigante dizendo quanto tempo falta para o próximo show, queria um desses em casa.

As longas cenas sem corte passeando pelos bastidores do programa também são muito boas, mostram toda a correria que existe por trás.

A série ainda conseguiu 5 indicações no Emmy Awards em 2007, o mesmo número de indicações de CSI e 24h.

Por tudo isso, Studio 60 on the Sunset Strip é uma das melhores séries impopulares que já assisti. Para quem quiser assistir, basta prestar atenção na pontuação no fim.

Abs,

Mais filosofias

13 de novembro de 2008

Existem mais ruídos entre o emissor e o receptor do que qualquer um possa imaginar. Por isso, não espere que suas mensagens sejam sempre compreendidas corretamente. Muriacy Jr

Nunca contrate alguém que você não possa despedir depois.Um amigo.

Nunca contrate alguém que você não possa dar um murro depois. Adaptação do meu pai para a frase anterior.

Filosofias do Muriacy - O Conhecimento

5 de novembro de 2008

Este é um post inaugural de uma nova seção de posts rápidos. Vou colocar aqui, algumas frases de observação sobre meu ponto de vista em relação a diversos assuntos.

“Em relação a cognição, podemos dividir o ser humano em três tipos: os que aprendem com os próprios erros, os que aprendem com os erros dos outros e os que não aprendem”. Muriacy Jr


Pacote DMB de Ringtones para Celular

4 de novembro de 2008

Quem acompanha o blog sabe que eu sou fã da Dave Matthews Band. Pensando nisso, editei algumas mp3 pensando em toques para celular. Quem conhece vai adorar, quem não conhece tem a chance de conhecer música boa! Aproveitem.

Cliquem com o botão direito e depois “Salvar como…” .

Estou em viagem e ainda não consegui terminar a sequëncia dos posts das séries impopulares, mas eles vão ficar ótimos (e com alguns easter eggs).

Abraços